Nossos caminhos, quase sempre são norteados por sentimentos diversos que, em resumo, traduz o quanto às emoções podem influenciar e interferir em nossas decisões. Em contrapartida, a racionalidade é um instrumento quase matemático na escolha de uma ou outra opção.
Felizmente a razão e a emoção conseguem estar completamente dissociadas entre si. Digo felizmente, porque considero potencialmente perigoso uma decisão tomada baseada em apenas um aspecto, sem o balanceamento do outro.
Talvez o ideal fosse um equilíbrio entre o racional e o emocional, com pequenas oscilações para um ou outro lado.
Freqüentemente nos deparamos com situações que exigem uma escolha e uma posição clara sobre o fato. Muitas vezes no ímpeto da emoção, fazemos coisas sem avaliar o desfecho futuro que tal ato pode desencadear o que com freqüência acontece de forma danosa.
Na verdade, a emoção é o diferencial da espécie humana em relação aos outros animais e por mais que tentamos, não conseguimos de forma alguma deixá-la de lado. Se isso acontecesse, deixaríamos a nossa condição humana e passaríamos a agir apenas por instinto.
Em contrapartida, a razão é mais responsável, a meu ver, pelas formas de amar, visto que, uma pessoa com firmes convicções, sejam elas de cunho religioso, cultural ou qualquer outro, não deixará a emoção do momento sobrepor-se a isso.
Também a razão tem muito a ver com o aprendizado de cada um, e isso pode tornar-se, em alguns casos, algo bastante individual e particular.
Isso não significa dizer que a razão de um é menos ou mais importante que a de outro, apenas que tem pontos de vista diferentes e que cada um deve ser respeitado.
Razão e emoção devem, sempre que possível, andar o mais próximo entre si na busca de acontecimentos prazerosos, sempre com responsabilidade e senso critico para não ter seu futuro prejudicado por ações impensadas.
Felizmente a razão e a emoção conseguem estar completamente dissociadas entre si. Digo felizmente, porque considero potencialmente perigoso uma decisão tomada baseada em apenas um aspecto, sem o balanceamento do outro.
Talvez o ideal fosse um equilíbrio entre o racional e o emocional, com pequenas oscilações para um ou outro lado.
Freqüentemente nos deparamos com situações que exigem uma escolha e uma posição clara sobre o fato. Muitas vezes no ímpeto da emoção, fazemos coisas sem avaliar o desfecho futuro que tal ato pode desencadear o que com freqüência acontece de forma danosa.
Na verdade, a emoção é o diferencial da espécie humana em relação aos outros animais e por mais que tentamos, não conseguimos de forma alguma deixá-la de lado. Se isso acontecesse, deixaríamos a nossa condição humana e passaríamos a agir apenas por instinto.
Em contrapartida, a razão é mais responsável, a meu ver, pelas formas de amar, visto que, uma pessoa com firmes convicções, sejam elas de cunho religioso, cultural ou qualquer outro, não deixará a emoção do momento sobrepor-se a isso.
Também a razão tem muito a ver com o aprendizado de cada um, e isso pode tornar-se, em alguns casos, algo bastante individual e particular.
Isso não significa dizer que a razão de um é menos ou mais importante que a de outro, apenas que tem pontos de vista diferentes e que cada um deve ser respeitado.
Razão e emoção devem, sempre que possível, andar o mais próximo entre si na busca de acontecimentos prazerosos, sempre com responsabilidade e senso critico para não ter seu futuro prejudicado por ações impensadas.
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